quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

CONQUISTAR ALGUÉM


PRA QUE PRECISAMOS DISSO?

Peguei no Terra.

Empresa cria bala que promete atingir todos os órgãos vitais

Projétil possui oito fragmentos com três ângulos diferentes para facilitar a entrada na pele

Projétil foi apelidado de a última coisa que você vai precisar na vida
 A empresa G2 Research, da Geórgia, criou um projétil que promete atingir todos os órgãos vitais e foi apelidada de “a última coisa que você vai precisar na vida”.



O site da empresa afirma que o projétil possui oito fragmentos com três ângulos diferentes para facilitar a entrada na pele. Além disso, a bala teria a capacidade de ultrapassar barreiras como chapas de metal ou de vidro, sendo que os fragmentos apenas se soltam após entrar em um objeto sólido.


De acordo com a empresa, a tecnologia utilizada nas balas reduz o risco de ricochetear, já que o corpo atingido absorve todo impacto. O projétil foi testado em diversas armas automáticas e semiautomáticas antes de ser colocada no mercado.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

JOEL'S TÁLQUI SHOW

Papai Joel tá cada vez mais genial. Juro que se eu tivesse cabelo deixaria dar caspa só pra usar o produto que ele anuncia. Grande Papai Joel!
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

AVES QUE FAZEM NINHOS EM BURACOS







BAÍA DE GUANABARA É UMA LATA DE LIXO

Segue abaixo uma entrevista de Mário Moscatelli, biólogo e velho defensor e protetor da Baía de Guanabara, ao SRZD.

"É uma vergonha treinar e o barco bater em caixas de madeira, pneus e sacolas plásticas!" Essa declaração pertence à velejadora brasileira medalhista de bronze nas Olimpíadas de Pequim, Isabel Swan, sobre o alto grau de poluição na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Faltando apenas 29 meses para os Jogos Olímpicos, o local escolhido como sede das competições de vela permanece imundo e não apresenta melhoras significativas.

Em entrevista ao SRZD, o biólogo e professor Mário Moscatelli denunciou a situação de um dos principais cartões postais da Cidade Maravilhosa. "Em termos ambientais, a baía está uma latrina! A bacia hidrográfica local constitui-se de um conjunto de valões de esgoto e lixo que descarregam toda sua carga pútrida para dentro da região", disse.

O especialista também condenou a ineficiência dos projetos implementados para drenagem da poluição. "É mais do que óbvio que depois que os resíduos são espalhados pela Baía, o custo de removê-los é estratosférico e de eficiência duvidosa. Por que não remover mecanicamente os resíduos enquanto os mesmos estão concentrados nos rios? Parece que a minha realidade é diferente das autoridades!"

A gestão do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, também não foi poupada pelas críticas do biólogo. "Fiquei decepcionado em muitos aspectos relacionados à gestão dele na esfera estadual", afirma. Segundo ele, o problema também não é tão complicado de ser solucionado. "É preciso tomar vergonha na cara! Temos dinheiro e tecnologia. Falta apenas um cronograma sério de conhecimento público, com menos factóides e mais resultados práticos", conclui.

O que está provocando a poluição acentuada na Baía de Guanabara, atualmente?
A poluição na Baía é histórica. Intensificada principalmente a partir do século passado. Na atualidade, a bacia hidrográfica local constitui-se de um conjunto de valões de esgoto e lixo que descarregam toda sua carga pútrida para dentro da Baía de Guanabara. O caso da poluição na região é o retrato ambiental mais escrachado da impunidade e da prevaricação que ocorre com os recursos públicos voltados para grandes obras no Brasil.

Em termos ambientais, como está a situação da Baía?
Uma latrina e lata de lixo! O que sobra da Baía de Guanabara, do ponto de vista ambiental, está situado entre os municípios de Magé e Itaboraí. No entanto, a região também está com os dias contados em razão do crescimento desordenado da malha urbana.

O governo do estado propôs algum projeto de dragagem?
Apenas no canal do Fundão, onde o mesmo foi desassoreado. Sendo que a área continua recebendo um volume gigantesco de esgoto e lixo da bacia hidrográfica local.

E o que aconteceu com o projeto? Por que ele não está sendo realizado?
Na Baía de Guanabara, com pouco tempo disponível até às Olimpíadas (motivo de preocupação das autoridades), a manobra foi a instalação de Unidades de Tratamento de Rios (UTR) nos principais valões que desembocam na região. Por meio dessas estações será tratado o esgoto e retido o lixo. No entanto, somente a UTR do Rio Irajá foi instalada até o momento. Faltando aproximadamente seis ou sete unidades para impedir o bombardeio diário de esgoto e lixo que a Baía recebe diariamente.

Qual a posição das autoridades responsáveis pelo caso?
Sempre dizem que "vai ser feito", mas o cronograma físico-financeiro não aparece nunca! Quais obras serão feitas com a intenção de melhorar as condições ambientais da Baía de Guanabara? Onde serão executadas? Qual a finalidade específica de cada uma? Quanto vão custar? De onde virá o dinheiro? Quais os prazos? E os parâmetros ambientais de avaliação de sucesso? Respostas básicas que nunca são respondidas.

O que deveria ser feito para melhorar a despoluição na região?
Tomar vergonha na cara! Temos dinheiro e tecnologia. Falta apenas um cronograma sério de conhecimento público, com menos factoides e mais resultados práticos contendo início, meio e fim.

Qual a sua opinião sobre o posicionamento das autoridades responsáveis?
Empurraram com a barriga (assim como é culturamente de praxe) o encaminhamento das soluções técnicas para problemas ambientais mais do que conhecidos há décadas. As ações sobre as consequências já poderiam ter sido atacadas há pelo menos três anos, mas foram proteladas. Como se a cidade do Rio de Janeiro tivesse sido informada apenas na semana passada de que seria sede dos próximos Jogos Olímpicos ou se nossas autoridades desconhecessem o monstruoso passivo ambiental existente na Baía. Eu já disse inúmeras vezes: sobram impunidade e prevaricação!

Qual a importância do projeto Baía Sem Lixo 2016?
A oportunidade de dar uma virada de mesa no caos ambiental existente na Baía de Guanabara está prestes a ser perdida por falta de estratégia das nossas autoridades. Não sei se foi ou é intencional e se falta gente para pensar e operacionalizar, mas fato é que a situação da região e do sistema lagunar continua praticamente na estaca zero, faltando apenas 29 meses para o início das Olimpíadas.

A população carioca deveria cobrar a solução para esse problema com mais veemência?
Claro! Não somente para esse, como para a maioria dos serviços que somos obrigados a pagar para o tal poder público que de público só tem o nome. Sem qualquer retorno de qualidade na maioria esmagadora dos casos.

Já tentou entrar em contato com algum membro dos Comitês Olímpicos Internacional (COI) ou Brasileiro (COB) para esclarecer esta situação?
Levei de helicóptero o senhor Márcio Fortes, ex-autoridade olímpica, pelo projeto Olhoverde. Agora estou tentanto entrar em contato com o General Azevedo, conhecido como a atual autoridade olímpica, visando suprí-los das informações reais do caos ambiental existente. Diferente do mundo cor de rosa de algumas autoridades.

Qual a eficácia da medida das Ecobarcas, que começam a recolher lixo na Baía de Guanabara?
Relação de altíssimo custo com baixíssimo benefício. Até hoje, depois de 10 anos repetindo o mesmo mantra, não entendo o motivo do Governo do Estado não instalar ecobarreiras nos pricipais valões de lixo da Baía de Guanabra, operando com máquinas a remoção de todos os resíduos lançados pela população dentro dos rios. Não dá para entender! É mais do que óbvio que depois que os resíduos são espalhados pela Baía, o custo de removê-los é estratosférico e de eficiência duvidosa. Por que não remover mecanicamente os resíduos enquanto os mesmos estão concentrados nos rios? Parece que a minha realidade é diferente das autoridades!

Diante de toda essa poluição, a Baía de Guanabara está preparada para sediar competição de barco a velas durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro?
Não há a mínima condição!

Já conversou com algum velejador sobre esta situação?
A maioria comunga de minha opinião.

Por que o governo não consegue evitar o despejo de lixo na Baía?
Porque o monstro criado por décadas de faltas de políticas públicas nas áreas de habitação e transporte está repassando seu custo ao ambiente mais uma vez. Enquanto isso, inexplicavelmente, o poder público não toma as medidas estratégicas visando o curto, médio e longo prazo. Apresentando medidas contrárias de pouco resultado operacional, como as "ecopeneiras" existentes e do projeto dos barquinhos.

Em circunstâncias e termos ambientais, a gestão do secretário de Estado do Ambiente, Carlos Minc, foi positiva para o Rio de Janeiro? E para Baía de Guanabara?
O Minc é um dos melhores na área política ambiental do estado e talvez no Brasil. No entanto, fiquei decepcionado em muitos aspectos relacionados à gestão dele na esfera estadual. Por exemplo, no que diz respeito à relação submissa com a Cedae, assim como nos projetos de recuperação ambiental no Sistema Lagunar da Baixada de Jacarepaguá e na Baía de Guanabara, que na minha opinião, deveriam ter deslanchado há muito mais tempo e não estando nessa indefinição que perdura até hoje. Enfim, cada um sabe os seus limites e o que fez ou deixou de fazer.

Mais algum comentário sobre a poluição na Baía de Guanabara?
Não é por falta de dinheiro que a situação continua do jeito que está. O poder público já despejou 1,2 bilhões de dólares pelo programa de despoluição da Baía de Guanabara e até hoje temos estações de tratamento que nunca cuidaram sequer de uma gota de esgoto (São Gonçalo) ou têm apenas metade dos equipamentos em funcionamento (Alegria). Enquanto a maioria absoluta dos rios da região são valões de esgoto e lixo.
Notamos também a situação da Marina da Glória e da Enseada de Botafogo adubadas dia e noite por esgoto, sem que os responsáveis públicos sejam cobrados legalmente pelos órgãos de fiscalização. É como se nada estivesse acontecendo!

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

SCHADENFREUDE, A ALEGRIA DO MAL

 


O atleta mais bem pago do mundo começou a trilhar sua derrocada ao bater em um Cadillac SUV, um hidrante e uma árvore, em 2009. Relatórios iniciais do acidente de Tiger Woods, um dos maiores golfistas de todos os tempos, informavam que sua esposa havia quebrado a janela do veículo com um taco de golfe para resgatá-lo, mas quando a notícia de que o casal estava brigando devido à infidelidade de Woods se espalhou, a janela quebrada tornou-se uma metáfora para sua reputação destruída.

À medida que o escândalo se desenrolava, a celebridade esportiva que tinha construído um império sobre sua imagem de homem de família íntegro foi revelado como um glutão do sexo extraconjugal, e autor de textos de mau gosto para amantes e acompanhantes pagas. Do dia para a noite, Woods havia se tornado alvo de comparações com o ridículo, para não falar de um site e uma conta no Twitter com o único propósito de propagar piadas sobre ele.

Os alemães têm um termo excelente para o prazer perverso em acontecimentos como estes: schadenfreude (em tradução livre para o português, “a alegria do mal”). A satisfação derivada do infortúnio dos outros é o principal foco de estudo de Richard H. Smith, professor de psicologia da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos. Desde 2000, o professor publicou cinco livros sobre o assunto, que falam sobre comparações sociais, inveja e a schadenfreude num contexto político e de identificação social.

A emoção pode parecer perversa, mas possui uma função adaptativa e foi tema do novo livro de Smith, “The joy of pain: Schadenfreude and the dark side of human nature” (“O prazer da dor: schadenfreude e o lado negro da natureza humana”). A narrativa tem como base as comparações sociais que nos permitem avaliar nossos talentos e determinar nossa posição na sociedade. Elas são tão instintivas que na vida selvagem também se manifestam. Estudos mostram que macacos e cães medem suas qualidades por seus pares.

Assim, quando nos deparamos com alguém que é mais amado ou apreciado do que nós, o nosso instinto é rebaixá-lo ao nosso nível. Se este desejo ilícito é cumprido por acaso, a schadenfreude aparece.

O sucesso de Woods no campo de golfe e, aparentemente, na vida — linda esposa, família e reputação perfeitas — “forneceu um contraste agudo para a maioria das pessoas, mesmo que elas não se interessassem pelo esporte”, escreve Smith, no livro. Embora algumas pessoas tenham sido inspiradas por ele, talvez a maioria tenha se sentido diminuída pelo seu sucesso. A sua queda o trouxe para mais perto, e, assim, permitiu que outras pessoas se sentissem melhor.

“Nós assistimos televisão para adquirir conhecimentos preciosos sobre a condição humana?”, pergunta Smith. E ele mesmo responde: “Por favor, nós assistimos para ver aquelas cenas constrangedoras que nos fazem sentir um pouquinho melhor sobre nossas vidas insignificantes”.

Esse é o combustível das revistas de fofoca. Em uma análise de dez semanas da revista americana “The National Enquirer“, Smith e Katie Boucher, psicóloga da Universidade de Indiana, também nos Estados Unidos, descobriram que a popularidade de uma celebridade era maior quando havia um artigo tratando de alguma desgraça em sua vida.

O prazer aumenta quando a schadenfreude parece merecida. Uma pesquisa feita por Benoît Monin, um psicólogo social de Stanford, mostra que a mera presença de um vegetariano pode fazer onívoros se sentirem moralmente inferiores. “Os vegetarianos não precisam dizer uma palavra, a sua própria existência, do ponto de vista de um comedor de carne, é uma irritante moral”, afirma Smith. Desta maneira, descobrir hipocrisia na pessoa considerada de mente elevada faz com que o contentamento seja ainda maior.

Por definições tradicionais, schadenfreude é uma emoção passiva entre os espectadores que não desempenham funções nas desgraças alheias. Quando o sentimento inclui a vingança, o termo foge da sua especificidade. É a falta de participação por parte do testemunho que faz o reconhecimento da schadenfreude possível: seu alvo secreto caiu e você não teve nada a ver com isso.

A parte mais polêmica do livro é um capítulo destinado a analisar o que levou ao surgimento do nazismo na Alemanha. Segundo Smith, a schadenfreude foi um dos maiores motivadores para o antissemitismo, que teria surgido como uma tática para rebaixar o objeto de comparação e afirmar a superioridade ariana. No entanto, o Holocausto foge completamente da expressão, pois perde o caráter passivo.

Apesar da conotação negativa do termo, Smith afirma que schadenfreude “não precisa ser demonizada”. Segundo o autor, é melhor abraçar a oportunidade de saciar nossos lados obscuros do que negar a sua existência. Enquanto permanece passivo, “a alegria do mal" pode melhorar a nossa autoestima e servir como um lembrete de que até mesmo as pessoas mais invejáveis são falíveis — assim como nós.

fonte: O Globo

QUAIS SÃO AS FRUTAS USADAS PARA O SABOR TUTTI-FRUTTI DOS CHICLETES?

Depende do lugar. O segredo do tutti-frutti é mesclar os sabores mais populares para o paladar de cada país. No Brasil, a mistura leva laranja, banana, abacaxi, baunilha e morango. Na fórmula americana, a principal diferença é a cereja, fruta muito popular por lá. Na Ásia, adiciona-se o cravo e, na Europa, a mistura tem gostinho de canela. Mas não é uma composição fixa. Em outras épocas, o tutti-frutti brasileiro já teve maçã, groselha, framboesa e limão. "O aroma suave da maçã acabou eliminado porque mal era percebido em meio aos sabores intensos da banana e do abacaxi. Já a groselha e a framboesa saíram porque eram muito caras. O limão também, mas foi substituído pela laranja", afirma o químico Moisés Galano, gerente de criação de uma empresa que desenvolve aromas. Qualquer que seja a combinação, o tutti-frutti surge de uma mescla de substâncias aromáticas que dão sabor às frutas na natureza.

Cada fruta possui cerca de 300 dessas substâncias, mas apenas as principais são utilizadas para criar cada sabor artificial. É o suficiente para sentir a parte mais importante do gosto da fruta. Embora possa ser criado a partir de essências naturais, o mais comum é que o tutti-frutti seja formado por substâncias aromáticas sintéticas, produzidas em laboratório desde o fim do século 19. Nesse processo, o primeiro passo é isolar os principais ingredientes da substância desejada, determinar suas estruturas orgânicas e depois reproduzi-las por meio de uma série de reações químicas. No fim vem a parte mais criativa: uma mistureba de todas as substâncias aromáticas até chegar no ponto ideal. "O processo é todo automatizado. Um aparelho reúne centenas de substâncias e o resultado é degustado em um dispositivo que exala o aroma. Os ajustes finais são feitos por computador", diz Moisés.

fonte: Mundo Estranho

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

ANGINA

Dr. Carlos Eduardo Prado Costa - CRM/SC 7222

A angina é uma manifestação de doença cardiovascular, que ocupa o primeiro lugar entre as doenças mais prevalentes no mundo. As anginas são classificadas como Angina Estável - aquela que ocorre com algum tipo de esforço, como subir lances de escada, pegar algum peso ou durante a relação sexual, e a Angina Instável - que ocorre sem nenhum fator desencadeante.

A angina ou angina pectoris é um sinal de que as artérias do coração chamadas coronárias estão sofrendo algum tipo de obstrução que afeta a livre passagem do sangue por ela. Resumidamente é o sinal indicativo que o sangue não esta passando, ou passando com dificuldade pelas coronárias e acarretando diminuição de irrigação do miocárdio (músculo cardíaco), fazendo com que a pessoa sinta dor no peito. Esta obstrução é causada pela placa de gordura que se deposita no interior da artéria causando o entupimento e conseqüente a redução do aborte sanguíneo.

Quando o entupimento é parcial causa à dor de angina, e assim completa infarto. Nem sempre a dor de angina é indicativa de infarto do miocárdio, mas quase sempre o infarto é precedido de angina.

Normalmente quando o paciente chega ao medico com esse sintoma ele já vem pela emergência como diagnóstico clínico, porém, para confirmação exata é solicitado o eletrocardiograma, o RX de tórax e o exame de sangue para verificar a existência do aumento ou não das chamadas enzimas cardíacas.

A angina tem variáveis, porém é uma dor diferente, que pode ocorrer no peito com irradiação para o braço esquerdo ou pescoço, estomago ou para as costas. Além da dor pode ocorrer desmaio e/ou falta de ar.

Esta dor pode acontecer também quando a pessoas estiver subindo uma escada, percorrendo uma rua com ladeira ou até mesmo durante a relação sexual. Aconselho você, caso tenha um histórico de hipertensão, colesterol alto ou diabetes, e não faça nenhuma atividade física, ou tenha histórico familiar de angina, ou sente algumas vezes dor no peito que julga ser diferente, procure um médico, e realize seus exames com freqüência, pois você pode estar prestes a sofrer um infarto.

Diferenciar angina de outras patologias que tenham sinais e sintomas semelhantes para o leigo ou para aquele que nunca teve angina ou infarto é muito difícil. Toda dor diferente que cause falta de ar, ou que se manifeste com já descrevi, a melhor opção é procurar um medico. A dor de angina não é fácil ser percebida. É uma dor que pode ser confundida com outros tipos de doenças. Normalmente as pessoas que já tiveram algo semelhante a representam com a mão fechada em meio ao peito.

A angina pode imitar uma dor de garganta, uma gastrite, um mau jeito, em fim varias formas. Se você tem os fatores de risco já descritos, sempre vale a pena lembrar: Hipertensão arterial (pressão alta), colesterol alto, diabético ou não, sedentário (não faz exercício físico regularmente), é fumante e costuma beber muito e tem mais de quarenta anos; procure seu medico, na presença de um ou mais fatores de risco.

Qualquer pessoa pode ter uma angina. Basta ter a presença de um ou mais fatores de risco, idade maior ou igual há 40 anos. Porém já é comum identificarmos pessoas com menos de 40 anos apresentarem esses sintomas. Em pacientes mais jovens o quadro anginoso pode ocorrer por arritmias cardíacas, e geralmente causado pelo uso de drogas como cocaína, crack, anfetaminas (estase, ice, sibutramina), além do uso de anabolizantes.

Evite o sedentarismo, a obesidade, o colesterol alto, a hipertensão arterial, o tabagismo, o alcoolismo, a diabetes e procure conhecer o seus histórico familiar. Mantenha sob controle os fatores de risco preveníveis, para diminuir a possibilidade de desenvolver algum problema de coração. O tratamento pode ser mais urgente com medicações próprias realizadas nas urgências que pode chegar a intervenções como cateterismo e angioplastia com colocação ou não de Stends; ou clínico com controle dos fatores de risco e uso de medicações próprias, e com controle médico de seis em seis meses. A cura é pontual, quando se tem a necessidade de intervenção, mas os cuidados são permanentes.

* Dr Carlos Eduardo Prado Costa (CRM/SC 7222) - médico membro da Sociedade Internacional de Medicina Sexual e membro da Sociedade Brasileira de Clínica Médica. É palestrante e realiza mensalmente conferências em todo o Brasil, especialmente sobre a Saúde do Homem. É autor do Programa Ictus Homem. Dúvidas ou mais informações: (48) 3024-8002 e pradocosta12@hotmail.com

fonte: SRZD