quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

CHARGES TUCANAS





MÍDIA SUJA E FEDORENTA

A mídia suja e fedorenta aplaudia os black bostas há 8 meses. Agora, desdiz o que disse. Fora raríssimas, ínfimas exceções, não temos mais telejornais decentes pra assisitir, jornais e revistas semanais qualificadas pra ler, rádios inteligentes pra escutar, etc. Cala a boca, Boechato!!!




quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

PARA ENTENDER O AUXÍLIO-RECLUSÃO

Vamos falar de um benefício previdenciário pouco conhecido e muito criticado, inclusive em correntes que circulam na internet. Vamos falar do auxílio-reclusão. Esse auxílio é concedido aos dependentes de um segurado de baixa renda que esteja recolhido à prisão em regime fechado ou em regime semiaberto. Então, ele não é pago à família do preso que esteja cumprindo pena no regime aberto ou que esteja em liberdade condicional.
 
Outro requisito para seu pagamento é que o preso seja segurado do INSS. Ou seja, a prisão da pessoa deve ter ocorrido dentro do período em que ela tinha a “qualidade de segurado”, em que ela mantinha seu vínculo com o INSS. O objetivo do auxílio-reclusão não é beneficiar a pessoa que está presa, mas sim garantir a sobrevivência e a dignidade dos familiares dela, que dependiam de um segurado da previdência, que agora está preso e, assim, não pode trabalhar. Dessa forma, um outro requisito para o pagamento do auxílio-reclusão é que a pessoa recolhida à prisão tenha dependentes.
 
Quem pode receber o auxílio-reclusão? De acordo com a Previdência Social, existem três classes de dependentes. Na primeira estão marido, mulher, companheiro e companheira, além dos filhos, que sejam menores de 21 anos, e dos filhos inválidos, esses com qualquer idade. Na primeira classe, o benefício é pago independentemente de comprovação da dependência econômica em relação ao segurado, porque ela é presumida.
 
Na segunda classe estão os pais, e na terceira estão os irmãos menores de 21 anos ou inválidos. Nessas últimas duas classes as pessoas deverão comprovar a dependência econômica, e elas só receberão o auxílio-reclusão caso não existam dependentes de primeira classe para receber.
 
E como comprovar? A comprovação pode ser feita por meio de documentos (indicando, por exemplo, que todos moram em uma mesma casa) ou por provas testemunhais. A Defensoria Pública da União pode ajudar os familiares que tenham seu benefício negado pelo INSS por qualquer razão.
 
Desde 1º de janeiro de 2014, o auxílio-reclusão só é devido aos dependentes do segurado cujo último salário de contribuição seja igual ou inferior a R$ 1.025,81. E o valor do benefício corresponderá ao valor da aposentadoria por invalidez do segurado. Importante destacar que o valor do benefício não varia em razão do número de dependentes e é dividido entre eles.
 
Após a concessão do auxílio, os dependentes devem apresentar à Previdência Social um atestado de que o trabalhador continua preso, emitido por autoridade competente, sob pena de suspensão do benefício. Os dependentes de um segurado menor de idade (entre 16 e 18 anos), que tenha sido internado em estabelecimento educacional ou congênere, sob a custódia do Juizado de Infância e da Juventude, também podem ter direito ao benefício.
 
Em que situações o auxílio-reclusão deixará de ser pago? Em caso de fuga, de liberdade condicional, de transferência para prisão-albergue ou de cumprimento da pena em regime aberto. Também não será mais pago se o segurado passar a receber aposentadoria ou auxílio-doença. O dependente que perder a qualidade (por exemplo, o filho que completar 21 anos de idade) deixa também de receber o auxílio.
 
fonte: GGN

CRIANÇAS APRENDEM A NAVEGAR NA INTERNET ANTES DE SABER AMARRAR O CADARÇO

Ver uma criança de com até dois anos de idade brincando com um celular tornou-se algo comum. A chamada geração Alpha, de crianças nascidas depois de 2010, é principalmente conhecida por interagir com a tecnologia desde o nascimento. Segundo uma pesquisa da AVG Technologies, 57% das crianças de até cinco anos sabem usar aplicativos em smartphones, mas somente 14% sabem amarrar os sapatos.


Por trás dessa intimidade com a tecnologia, existem riscos de segurança que muitos pais ignoram. Além do perigo da aproximação de estranhos com as crianças por meio da internet, malwares podem ser prejudiciais aos computadores e dispositivos móveis e permitem o roubo de dados pessoais dos usuários.

“Por mais que a criança saiba mexer no dispositivo, ela não consegue diferenciar o que é bom e o que é ruim. Se alguma página em que ela entrou pedir o número de telefone, ela não vai saber o porquê desse pedido”, exemplifica o especialista de segurança da Symantec Nelson Barbosa. Neste momento, os pais não podem deixar de saber o que a criança está fazendo. “Não existe um malware específico para atingir crianças, vai depender do comportamento dos pais. E muitos têm o hábito de emprestar seus tablets e smartphones para distrair os filhos sem monitorá-los”, diz o diretor da McAfee José Matias Neto.

A superexposição dos filhos em redes sociais também traz riscos de crimes virtuais, sequestro de dados e malwares. Muitos pais registram fotos de cada momento da criança, desde um ultrassom até detalhes do dia a dia, incluindo os lugares onde ela foi e a escola em que estuda. O compartilhamento nas redes sociais pode parecer natural e refletir a empolgação dos pais com os filhos, mas ser cauteloso é essencial para evitar problemas.

fonte: Terra

domingo, 9 de fevereiro de 2014

A ARTE DE ROBERTO BIZAMA

Desenhos realizados somente com caneta esferográfica Bic.

Doutor Evil

Jimi Hendrix

Marylin Monroe

Sean Conery

Steve Jobs

Amy Winehouse

Charles Bronson

Queen

Barack Obama

Don Ramon

autorretrato de Roberto Bizama

ALIMENTOS PROIBIDOS PARA HIPERTENSOS

É fato: o brasileiro consome o dobro de sódio que deveria. A quantidade máxima recomendada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de dois gramas por dia. Consumimos quatro. Aparentemente inofensivo, o uso abusivo do saleiro é como uma bomba-relógio - é uma questão de tempo para explodir em um problema de saúde mais sério.

O sódio leva à retenção de líquidos que, mesmo sem causar inchaço, aumenta o volume de sangue no corpo, que pressiona as artérias e eleva a pressão arterial. Com o tempo, quem sofre é o coração. Por ser um músculo, ele pode hipertrofiar e ficar insuficiente. Além disso, a pressão arterial alta pode levar a um acidente vascular cerebral bem como à falência renal.

"Em silêncio, a hipertensão vai lesando alguns órgãos, causa problemas nas artérias coronárias (que pode levar a um infarto), nas artérias renais (que leva à insuficiência) e nas cerebrais (que conduz a um AVC). Ela pode afetar até a retina, causando cegueira",  explica o clínico geral Lucas Zambon, supervisor do pronto socorro do Hospital das Clínicas de São Paulo. 

O mais alarmante é que, se a pessoa não estiver atenta e medir a pressão regularmente, pode demorar muito para saber que está hipertensa. "A pressão alta não gera sintoma. Essa é uma informação que muitas vezes é divulgada errada e gera lendas", afirma o médico.

Por isso, o mais indicado, até como precaução, é reduzir o sódio. Para quem já é hipertenso, alguns alimentos devem ser colocados na "lista negra". "O ideal é evitar alimentos em conserva, incluindo o bacalhau, carne seca, alimentos processados e congelados, incluindo enlatados e embutidos", explica Zambon.

bacalhau refogado: 1256 mg de sódio a cada 100 g


carne seca cozida: 1443 mg a cada 100 g

lasanha a bolonhesa congelada: 1734 mg a cada 320 g

miojo de galinha: 1951 mg, praticamente toda a cota diária de sódio permitida

molho de soja: 855 mg em uma colher de sopa

742 mg de sódio

ovinhos de amendoim: 687 mg a cada 45 g

queijo parmesão: 553 mg de sódio em uma fatia (30 g)

sardinhas em lata: 666 mg por 4 unidades

caldo de galinha: 979 mg em meio cubo
sopa instantânea de cebola: 899 mg por 11 g da mistura
 fonte: Ig