sábado, 31 de maio de 2014

GOOGLE STREET VIEW LOCALIZA CAPAS DE DISCOS

Animals (Pink Floyd) 1977.  Foto tirada de Battersea Power Station, em Wandsworth – Londres

Morning Glory (Oasis) 1995. Berwick Street, no Soho – Londres

Moving Pictures (Rush) 1981.  Ontario Legislature – Toronto

Paul’s Boutique by (Beastie Boys) 1989.  Esquina da Ludlow com Rivington, Lower East Side – NY

Physical Graffiti (Led Zeppelin) 1975.  Quadra residencial da mítica rua St Mark’s Place, East Village – NY.

The Freewheelin’ Bob Dylan (Bob Dylan) 1963.  Jones Street, West Village – NY

Willy and the Poor Boys (Creedence Clearwater Revival)1969.  Mercado de peixes da Hollis Street, em Oakland, San Francisco – Califórnia

Abbey Road (Beatles). Precisa comentar?
fonte:  Marcelo rubens Paiva

MANIFESTAÇÕES "ESPONTÂNEAS"


SETE DICAS PARA FICAR AMIGO DO GARÇOM

Já dizia o poeta Reginaldo Rossi: “Eu sei que estou enchendo o saco / Mas todo bebum fica chato / Valente e tem toda razão”.

Mas, calma, não queremos dizer que somos contra os botequeiros de plantão que passam da conta e acabam por perder um pouco a linha no bar.

Tampouco que somos a favor. Isso acontece, nós sabemos. Contudo, o bar tem as suas regras de boa convivência e sabemos que muitas vezes o responsável por ser o elo entre a bebida e a mesa não é tratado com o respeito que merece.

No entanto, ninguém nega que ter uma boa relação com o garçom que te atende é fundamental para a noite. Além do mais, se o cara tiver uma boa impressão sua, provavelmente você será muito bem recebido quando voltar ao local.  É importantíssimo que a relação entre esses profissionais e os clientes seja saudável, afinal, quando saímos na noite a última coisa que procurarmos é problemas (pelo menos a maioria de nós). Então viemos mostrar o que pode fazer a diferença nesse cenário.

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1# A primeira impressão é a que fica
É sempre válido dar algum sinal logo de cara ao garçom caso você não esteja muito a fim de papo naquele dia. Algo como: “Oi amigo, tudo bem? Me traz uma bebida e eu chamo se quiser mais alguma coisa”, pode ser o suficiente. Assim o profissional já entende que só voltará à mesa quando o cliente quiser fazer mais algum pedido. Isso é melhor do que fazer cara feia a cada vez que o garçom vier à sua mesa lhe oferecer algo.

2# Chame-o pelo nome
É algo simples, mas que faz toda diferença. Mostrando interesse em saber quem vai te atender, pode ter certeza que alguma simpatia você ganhará do garçom. E isso é ótimo, já que será ele que servirá seus comes e bebes. Então chame o cara pelo nome sempre. É até um facilitador para que ele dê atenção à sua mesa na hora que o bar estiver cheio. “Amigo” tem vários, mas “Barba” (ou sabe-se lá seu nome) só tem ele.

3# “Vocês querem mais alguma coisa?”
Sabemos como é gostoso ficar sentado de boa numa mesa de bar. O ambiente é perfeito para darmos uma relaxada depois de uma dura semana, colocarmos o papo em dia com aquele grande amigo, flertar com as moças das mesas ao lado e por aí vai. Mas se você já bebeu tudo o que tinha que beber, comeu o que tinha que comer, conversou o suficiente e não tem mais o que fazer no bar, o garçom saberá que o próximo passo é pedir a conta. Então não leve a mal a postura do “comandante” caso venha com a famosa pergunta – ele está apenas prezando pelo lugar em que trabalha. Respeite o estabelecimento e aqueles que querem sentar-se também, e certamente o garçom lembrará de você com carinho.

4# Não coloque o garçom em sinuca de bico
É uma pergunta que, apesar de inocente, sempre deixa o garçom em uma situação chata. Se a casa está lotada e o atendente já informou que não há mesas, então não insista para que ele dê o bom e velho “jeitinho brasileiro”. Assim você pode colocá-lo numa sinuca de bico. Basta usar o bom senso.

5# Não faça os pedidos em doses homeopáticas
Sim, sabemos que o garçom está lá para nos atender. Mas isso não nos impossibilita de considerarmos sua situação complicada numa noite em que a casa está bombando. Pense em como fica a cabeça do garçom no meio da madruga com mil e um pedidos, atendendo várias mesas e muitas vezes já tendo trabalhado horas e horas. Então procure, sempre que possível, chamá-lo á mesa e fazer o pedido de uma vez só a cada nova rodada de bebidas e comidas. Procure também não fazer aquela confusão de todos pedirem ao mesmo tempo. Isso facilita muito a logística do atendimento do garçom e a satisfação dos clientes.

6# Vá além dos 10%
Esse é um assunto delicado. O pagamento da taxa de serviço não deve ser obrigatório nos estabelecimentos. Mas quando o trabalho foi bem executado, por que não fazer esse agrado ao garçom e a todos os funcionários do bar? E você pode ir além e fazer algo que com toda a certeza vai fidelizar ainda mais a sua relação com o garçom: ao sair, deixe uma bebida paga para ele. O valor do “presente” é o que menos importa. O que mais vale é a intenção.

7# Mantenha a educação em caso de problemas
Por último, destacamos que é sempre bom, seja qual for o local, manter a educação. Tratar esse profissional com desdém nunca será correto. Por mais que esteja havendo problemas no atendimento, baixar o tom nunca é a melhor maneira de resolver a questão. Em caso de problema chame o gerente, o maître ou o dono do bar e exponha a situação. Mas jamais xingue um profissional que em alguns casos ganhará ao final da noite pelas horas trabalhadas um valor bem menor do que o da conta da sua mesa.

fonte: El Hombre

quarta-feira, 28 de maio de 2014

CHUPA, FHC!


CRONOLOGIA DE UM DEMAGOGO




01/12/2011: Ronaldo aceita cargo no Comitê Organizador Local da Copa.
20/10/2011: Ronaldo celebra Copa 2014 no Itaquerão.
20/03/2012: Ronaldo: “A Copa do Mundo da FIFA é de todo o Brasil”.
10/10/2012: Ronaldo garante Brasil pronto pra receber a Copa 2014.
30/01/2013: Ronaldo pede para imprensa abraçar a Copa do Mundo.
05/11/2013: Ronaldo defende Copa de “protestos inventados” e enaltece progresso.
19/12/2013: Ronaldo minimiza desconfianças e vê Brasil acreditar no projeto da Copa 2014.
07/01/2014: Ronaldo diz que Copa está trazendo muitos benefícios ao país.
21/02/2014: “Copa é um grande negócio para o país”, afirma Ronaldo.
30/03/2014: Ronaldo está animado para a Copa de 2014.
01/05/2014: Ronaldo posta foto de apoio à candidatura de Aécio Neves.
23/05/2014: Ronaldo se diz envergonhado com preparação da Copa.

fonte: Diário de Bordo

terça-feira, 27 de maio de 2014

GETÚLIO



Em agosto de 1954, o tenente Gregório Fortunato (Thiago Justino), chefeda guarda pessoal do presidente Getúlio Vargas (Tony Ramos), comete umatentado frustado contra o jornalista e radical opositor ao governo,Carlos Lacerda (Alexandre Borges). A mídia e a oposição fazem uma feroz campanha contra o governo, acusando Vargas de ser o mandante do crime.O filme mostra os bastidores do Palácio do Catete (residência dopresidente) durante os dias de presão extrema para que renunciasse ao mandato.

Não tem como não associar a ferocidade da mídia golpista direitista da época, que tinha em Lacerda seu grande baluarte, com o que ocorre nesses últimos anos no Brasil, com o PIG tentando a todo custo desmoralizar o governo. A mídia detonando e a oposição golpista seguindo na onda, como
é hoje em dia. 1954 foi uma espécie de aquecimento pro golpe militarde dez anos depois.

O final de história é sabido por todos,mas mesmo assim é impactante a cena em que Vargas comete o suicídio.

Muito bom filme. Seria interessante que escolas públicas levassem seus alunos do ensino médio pra conhecerem esse momento marcante da história brasileira.

Dirigido por João Jardim.

RONALDO: TUDO POR DINHEIRO






segunda-feira, 26 de maio de 2014

CIDADE NEGRA - FIRMAMENTO

CACHAÇA DE MACONHA

Encravado no “polígono da maconha”, região pernambucana famosa pela produção da erva em áreas irrigadas pelo rio São Francisco, o município de Cabrobó (a 531 km do Recife) vem se tornando conhecido por um “souvenir” peculiar: uma cachaça artesanal com raiz de maconha, a “Pitúconha”.

É fácil encontrá-la em bares e carrinhos que vendem espetinhos de carne.

Os interessados encontram o produto tanto em dose (R$ 1) como em garrafa.

Com o rótulo que se apropria da tradicional marca pernambucana de aguardente Pitú, essa caninha sai por R$ 30.

“Aguardente de cana adoçada com raiz de maconha”, informa, sem pudor, o rótulo da garrafa de 965 ml. “O Ministério do Transporte adverte: o perigo não é um jumento na estrada. O perigo é um burro no volante”, completa, em tom jocoso, o aviso da embalagem.

O Jjornal folha de São Paulo conversou com um servidor municipal que, aos finais de semana, vende doses de cachaça de maconha em seu carrinho de churrasco.

Ele diz que algumas pessoas coletam as raízes que sobram das operações policiais de erradicação dos pés de maconha e vendem para os produtores de cachaça. Um saco de 30 kg sai a R$ 100.

O servidor, que vende a cachaça há cinco anos, afirma que chega a comercializar até seis garrafas por semana. “Já virou souvenir. Tem um pessoal do banco que compra de carrada. O pessoal tem muito interesse de conhecer. Houve até um leilão na capital. Saiu por R$ 200″, afirma.

Segundo a Polícia Federal, ainda não há clareza sobre a situação legal da bebida. Perícia feita pela PF no ano passado indicou pequenas concentrações de THC, o princípio ativo da maconha, nas raízes.

Desde o início do ano, policiais federais e colaboradores que participam das operações de erradicação de plantações da droga foram proibidos de trazer e distribuir as raízes, que, ao contrário do restante da planta, não são incineradas.

“Se você for levar ao pé da letra, seria crime [a comercialização da raiz e, consequentemente, da bebida] porque tem o princípio ativo. Só que a concentração é baixíssima. É uma questão que ainda não se tem uma posição definida”, afirma Carlo Correia, chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal em Pernambuco.

De acordo com o artigo 2º da lei 11.343/2006, “ficam proibidas, em todo o território nacional, as drogas, bem como o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas”.

A exceção é para autorizações legais e para o que estabelece a Convenção de Viena (1971) a respeito de plantas de uso “ritualístico-religioso”.

“A lei não especifica a quantidade de THC. A questão é de ordem prática: a concentração é muito pequena. Não existe uma repressão sistematizada até hoje”, diz o delegado.

Correia afirma que há quem peça raízes aos policiais para tratar dor na coluna, problemas de estômago e asma. “Não existe nenhuma comprovação científica de que a raiz de maconha tenha alguma função terapêutica”, diz o delegado.

fonte: Folha de São Paulo